Horta escolar no Ensino Médio
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
terça-feira, 24 de novembro de 2015
Atividade 1 (ação 3) socialização da produção da ação 3 (atividade 1)
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO NA CULTURA DIGITAL
PLANO DE AÇÃO COLETIVA 3
CURSISTA: JAQUELINE FERREIRA MACHADO DE BORBA
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO NA CULTURA DIGITAL
PLANO DE AÇÃO COLETIVA 3
CURSISTA: JAQUELINE FERREIRA MACHADO DE BORBA
PROFESSORES: GABRIELA DE LEON NÓBREGA RESES
PROPOSTA DE EXPERIÊNCIA E INTEGRAÇÃO
Atividade
1 (Ação 1) - O que será Realizado?
A educação alimentar
e nutricional envolve modificação e melhoria do hábito alimentar e estão
relacionadas a representações sobre os alimentos, conhecimentos, atitudes e
valores. A educação alimentar e nutricional tem um papel importante em relação
à promoção de hábitos alimentares saudáveis desde a infância. Na escola, onde os
jovens passam grande parte de seu dia, as ações de orientação de promoção da
saúde constituem importante meio de informação e formação de hábitos. Vou realizar a prática na turma do 1° ano 2
do ensino médio noturno na escola Macário Borba. Dando continuidade do conteúdo
“Os seres vivos e a energia” neste
conteúdo a um enfoque nos alimentos, pois eles podem ser considerados verdadeiros
“combustíveis” para as células do organismo. É o caso dos carboidratos (açucares,
massas, pães.) dos lipídios e gorduras e das proteínas. Partindo da realidade
dos meus alunos que estudam a noite e durante o dia trabalham. Vejo a
importância de desenvolver um projeto sobre alimentação saudável.
Socialização da produção da ação 3 ( atividade1) avaliação da experiência
O tema alimentação nos remete não só conhecer os alimentos mais é preciso ir mais além, devemos observar os hábitos alimentares dos nossos alunos e incentivá-los a ter uma vida saudável. A prática teve como objetivo conscientizar os alunos do valor nutricional dos alimentos e a sua importância para nossa vida. Dialogamos sobre a prática de exercícios físicos e a alimentação saudável são essenciais para a saúde. Utilizei o documentário além do peso que mostra a realidade dos hábitos alimentares de muitas famílias e sua consequência na saúde. Pois o resultado são crianças com doenças de adultos, como problemas de coração, diabete tipo 2 e obesidade. Nas aulas dialogamos sobre os grupos alimentares da pirâmide alimentar e enfim discutimos sobre a questão cultural. Não existe apenas a Pirâmide Alimentar Brasileira, existem diversos tipos de pirâmides adaptados de acordo com a cultura de um país, a disponibilidade de alimentos e os hábitos, além de pirâmides embasadas em pesquisas científicas. Alguns exemplos: pirâmide Norte-americana, pirâmide de Harvard, pirâmide da Dieta Mediterrânea e pirâmide Funcional. Utilizei a sala de informática o site: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaColecaoAula.html?id=847.
Tem muitas atividades como jogos, brincadeiras, leitura do valor nutricional de muitos alimentos. Houve a participação dos alunos em todas as atividades.
Tem muitas atividades como jogos, brincadeiras, leitura do valor nutricional de muitos alimentos. Houve a participação dos alunos em todas as atividades.
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
FOGUETE DE GARRAFA PET COM VINAGRE E BICARBONATO
Prática em sala de aula
Turma: 9° ano
Professora: Jaqueline
Data: 06/11/2015
Com base nos três fundamentos estabelecidos por Newton , " As 3 Leis de Newton", responsáveis por controlarem os movimentos dos objetos na Terra e no Espaço, podemos explicar fenômenos frequentes no nosso cotidiano e que nos auxiliam na exploração deste vasto Universo que nos cerca. Como exemplo o desenvolvimento dos foguetes, para uma fácil visualização da presença destes princípios através de uma prática simples e interessante onde os alunos aprendem se divertem muito. "FOGUETE DE GARRAFA PET":
Materiais:
2 garrafas Pet de 2 litros
500ml de vinagre
200g de bicarbonato de sódio
1 rolha
Fio de nylon
Compasso
Papel cartão
Papel Filtro
Papel cartão
Conclusão
Foi uma experiência divertida! As leis da Física ajudam a descrever o fenômeno do movimento descrito pelo foguete e ajudam também a entender outros fenômenos cotidianos da sociedade.
domingo, 20 de setembro de 2015
Daltonismo
Herança ligada ao sexo
Habitualmente, classificam-se os casos de herança relacionada com o sexo de acordo com a posição ocupada pelos genes, nos cromossomos sexuais. Para tanto, vamos dividi-los em regiões:
A porção homóloga do cromossomo X possui genes que têm correspondência com os genes da porção homóloga do cromossomo Y. Portanto, há genes alelos entre X e Y, nessas regiões. Os genes da porção heteróloga do cromossomo X não encontram correspondência com os genes da porção heteróloga do cromossomo Y. Logo, não há genes alelos nessas regiões, quando um cromossomo X se emparelha com um cromossomo Y.
Herança ligada ao sexo é aquela determinada por genes localizados na região heteróloga do cromossomo X. Como as mulheres possuem dois cromossomos X, elas têm duas dessas regiões. Já os homens, como possuem apenas um cromossomo X (pois são XY), têm apenas um de cada gene. Um gene recessivo presente no cromossomo X de um homem irá se manifestar, uma vez que não há um alelo dominante que impeça a sua expressão.
Na espécie humana. os principais exemplos de herança ligada ao sexo são:
Daltonismo
Trata-se da incapacidade relativa na distinção de certas cores que, na sua forma clássica, geralmente cria confusão entre o verde e o vermelho.
É um distúrbio causado por um gene recessivo localizado na porção heteróloga do cromossomo X, o gene Xd, enquanto o seu alelo dominante XD determina a visão normal.
A mulher de genótipo XDXd, embora possua um gene para o daltonismo, não manifesta a doença, pois se trata de um gene recessivo. Ela é chamada de portadora do gene para o daltonismo. O homem de genótipo XdY, apesar de ter o gene Xdem dose simples, manifesta a doença pela ausência do alelo dominante capaz de impedir a expressão do gene recessivo.
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O homem XdY não é nem homozigoto ou heterozigoto: é hemizigoto recessivo, pois do par de genes ele só possui um. O homem de genótipo XDY é hemizigoto dominante.
Se você consegue distinguir perfeitamente o número 74 entre as bolinhas da figura acima,
então você não é daltônico.
Hemofilia
Hemofilia
É um distúrbio da coagulação sangüínea, em que falta o fator VIII, uma das proteínas envolvidas no processo, encontrado no plasma das pessoas normais. As pessoas hemofílicas têm uma tendência a apresentarem hemorragias graves depois de traumatismos banais, como um pequeno ferimento ou uma extração dentária. O tratamento da hemofilia consiste na administração do fator VIII purificado ou de derivados de sangue em que ele pode ser encontrado (transfusões de sangue ou de plasma). Pelo uso frequente de sangue e de derivados, os pacientes hemofílicos apresentam uma elevada incidência de AIDS e de hepatite tipo B, doenças transmitidas através dessas vias.
A hemofilia atinge cerca de 300.000 pessoas. É condicionada por um gene recessivo, representado por h, localizado no cromossomo X. É pouco freqüente o nascimento de mulheres hemofílicas, já que a mulher, para apresentar a doença , deve ser descendente de um hímen doente (XhY) e de uma mulher portadora (XHXh) ou hemofílica (XhXh). Como esse tipo de cruzamento é extremamente raro, acredita-se que praticamente inexistiriam mulheres hemofílicas. No entanto, já foram relatados casos de hemofílicas, contrariando assim a noção popular de que essas mulheres morreriam por hemorragia após a primeira menstruação (a interrupção do fluxo menstrual deve-se à contração dos vasos sanguíneos do endométrio, e não a coagulação do sangue).
domingo, 13 de setembro de 2015
A cor do pelo nos coelhos
http://www.planetabio.com/lei1.html
Alelos múltiplos na determinação de um caráter
O quadro abaixo representa as combinações entre os alelos e os fenótipos resultantes.
Alelos múltiplos na determinação de um caráter
Como sabemos, genes alelos são os que atuam na determinação de um mesmo caráter e estão presentes nos mesmo loci (plural de lócus, do latim, local) em cromossomos homólogos. Até agora, só estudamos casos em que só existiam dois tipos de alelos para uma dada característica (alelos simples), mas há caso em que mais de dois tipos de alelos estão presentes na determinação de um determinado caráter na população. Esse tipo de herança é conhecido como alelos múltiplos (ou polialelia).
apesar de poderem existir mais de dois alelos para a determinação de um determinado caráter, um indivíduo diplóide apresenta apenas um par de alelos para a determinação dessa característica, isto é, um alelo em cada lócus do cromossomo que constitui o par homólogo.
São bastante frequentes os casos de alelos múltiplos tanto em animais como em vegetais, mas são clássicos os exemplos de polialelia na determinação da cor da pelagem em coelhos e na determinação dos grupos sanguíneos do sistema ABO em humanos.
Um exemplo bem interessante e de fácil compreensão, é a determinação da pelagem em coelhos, onde podemos observar a manifestação genética de uma série com quatro genes alelos: o primeiro C, expressando a cor Aguti ou Selvagem; o segundo Cch, transmitindo a cor Chinchila; o terceiro Ch, representando a cor Himalaia; e o quarto alelo Ca, responsável pela cor Albina.
Sendo a relação de dominância → C > Cch > Ch > Ca O gene C é dominante sobre todos os outros três, o Cchdominante em relação ao himalaia e ao albino, porém recessivo perante o aguti, e assim sucessivamente. |
O quadro abaixo representa as combinações entre os alelos e os fenótipos resultantes.
Genótipo
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Fenótipo
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| CC, C Cch, C Che C Ca |
Selvagem ou aguti
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| CchCch, CchChe CchCa |
Chinchila
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| ChCh e Ch Ca |
Himalaia
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| CaCa |
Albino
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A diferença na cor da pelagem do coelho em relação à cor da semente das ervilhas é que agora temos mais genes diferentes atuando (4), em relação aos dois genes clássicos. No entanto, é fundamental saber a 1ª lei de Mendel continua sendo obedecida, isto é, para a determinação da cor da pelagem, o coelho terá dois dos quatro genes. A novidade é que o número de genótipos e fenótipos é maior quando comparado, por exemplo, com a cor da semente de ervilha.
O surgimento dos alelos múltiplos (polialelia) deve-se a uma das propriedades do material genético, que é a de sofrer mutações. Assim, acredita-se que a partir do gene C (aguti), por um erro acidental na duplicação do DNA, originou-se o gene Cch (chinchila). A existência de alelos múltiplos é interessante para a espécie, pois haverá maior variabilidade genética, possibilitando mais oportunidade para adaptação ao ambiente (seleção natural).
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