Horta escolar no Ensino Médio

domingo, 6 de julho de 2014

Atividades sobre Briófitas e Pteridófitas

1- (FUVEST) No que diferem briófitas e pteridófitas quanto ao deslocamento da água no interior da planta?

Sugestão de Resposta:

As briófitas são avasculares e a água se desloca no organismo por difusão de célula para célula. As pteridófitas são vasculares e a água se desloca através de um conjunto de vasos condutores de seiva.

2- (U.F.Lavras -MG) Responda

a) No que se assemelham briófitas e pteridófitas quanto ao habitat e transporte de gametas?
b) No que diferem quanto ao transporte de água e sais minerais?

Sugestão de Resposta:

a) Briófitas e pteridófitas são plantas terrestres de ambientes úmidos e dependentes do fator água para o encontro dos gametas.

b) As briófitas são avasculares e as pteridófitas, vasculares ou traqueófitas.

3-  (UFES) As plantas fanerógamas - gimnospermas e angiospermas - apresentam algumas características em comum. As angiospermas constituem o grupo vegetal com a maior biodiversidade, embora representem o grupo mais recente na história da Terra.

a) Compare esses dois grupos, destacando as semelhanças e diferenças.

b) Aponte os elementos que podem explicar o êxito das angiospermas em termos de biodiversidade.

Sugestão de Resposta:

a) Entre outras diferenças, destaca-se o fato de as gimnospermas nunca formarem fruto, característica das angiospermas. As estruturas reprodutoras das gimnospermas são os estróbilos e das angiospermas são as flores. Os representantes de ambos os grupos possuem raízes, caule, folhas e semente.

b) O êxito das angiospermas que facilitou muito a sua disseminação é a formação de frutos que protegem as sementes.

Dicas de Estudo : Reino Das Plantas


 "
Briófitas e Pteridófitas, plantas sem flores"




As briófitas:

São plantas pequenas, geralmente com alguns poucos centímetros de altura, que vivem em lugares úmidos e sombrios.
Uma das características mais marcantes das briófitas é a ausência de vasos para a condução de nutrientes. Estes são transportados de célula a célula por todo o vegetal. É por isso que não existem briófitas muito grandes. O transporte de água de célula a célula é muito lento e as células mais distantes morreriam desidratadas.


Ex :  musgos e as hepáticas são os principais representantes das briófitas. O conjunto de musgos forma uma espécie de "tapete" esverdeado, observado comumente nos solos, muros e barrancos úmidos.


As briófitas não tem raízes. Fixam-se ao solo por meio de filamentos chamados rizóides, que absorvem a água e os sais minerais de que o vegetal necessita. Também não possuem verdadeiro caule. Tem uma haste denominada caulóide que não apresenta vasos para a condução da seiva. Suas "folhas" denominam-se filóides e são apenas partes achatadas do cauloide.




Reprodução:

A reprodução das briófitas apresenta duas fases: uma assexuada e outra sexuada.Os musgos verdes que podemos ver num muro úmido são plantas sexuadas que representam a fase chamada de gametófito, isto é, fase produtora de gametas.



As pteridófitas:

            Na evolução das plantas, as pteridófitas foram os primeiros vegetais a apresentar um sistema de vasos para conduzir nutrientes. Assim, possuem raiz, caule e folha verdadeiros. Seu caule é geralmente subterrâneo e é denominado rizoma.



Ex:  samambaia e a avenca

            A maioria das pteridófitas é terrestre e habita, de preferência, lugares úmidos e sombrios. A samambaia e a avenca podem viver sobre outras plantas, mas sem prejudicá-las. O dendezeiro é uma das hospedeiras preferidas dessas pteridófitas.


Reprodução:
            As pteridófitas, como as briófitas, se reproduzem por meio de um ciclo que apresenta uma fase assexuada e outra sexuada.
        Em certas épocas, na superfície inferior das folhas da samambaia, formam-se pontos escuros chamados de soros, onde se produzem os esporos. Quando os esporos amadurecem, os soros abrem-se, deixando-os cair no solo úmido; cada esporo, então, pode germinar e originar um prótalo, uma plantinha bem pequena em forma de coração. O prótalo é uma planta sexuada, produtora de gametas; por isso, ele representa a fase chamada de gametófito.
            No prótalo, formam-se os anterozóides e as oosferas. O anterozóides, deslocando-se em água, nada em direção à oosfera, fecundando-a. Surge, então, o zigoto, que se desenvolve, transformando-se em uma nova samambaia. Quando adulta, esta planta forma soros, iniciando novo ciclo de reprodução.
Gimnospermas
 
Cones ou estróbilos
 
As gimnospermas (do grego Gymnos: 'nu'; e sperma: 'semente') são plantas terrestres que vivem, preferencialmente, em ambientes de clima frio ou temperado. Nesse grupo incluem-se plantas como pinheiros, as sequóias e os ciprestes.
As gimnospermas possuem raízes, caule e folhas. Possuem também ramos reprodutivos com folhas modificadas chamadas estróbilos. Em muitas gimnospermas, como os pinheiros e as sequóias, os estróbilos são bem desenvolvidos e conhecidos como cones - o que lhes confere a classificação no grupo das coníferas.
Florestas de coníferas de regiões temperadas são ricas em árvores do grupo das gimnospermas. No Brasil, destaca-se a Mata de Araucárias do Sul do país.
 
Há produção de sementes: elas se originam nos estróbilos femininos. No entanto, as gimnospermas não produzem frutos. Suas sementes são "nuas", ou seja, não ficam encerradas em frutos.
Angiospermas
 
Atualmente são conhecidas cerca de 350 mil espécies de plantas - desse total, mais de 250 mil são angiospermas.
A palavra angiosperma vem do grego angeios, que significa 'bolsa', e sperma, 'semente'. Essas plantas representam o grupo mais variado em número de espécies entre os componentes do reino Plantae ou Metaphyta.

Características principais das angiospermas
As angiospermas arborescentes possuem três componentes principais: raízes, tronco e folhas.
  • As raízes são os órgãos fixadores da árvore ao solo e absorvem água e sais minerais, indispensável para a sobrevivência da planta.
  • O tronco, constituído de inúmeros galhos, é o órgão aéreo responsável  pela formação das folhas, efetuando também a ligação delas com as raízes.
  • E as folhas são os órgãos onde ocorrerá a fotossíntese, ou seja, o processo em que se produzem os compostos orgânicos essenciais para a manutenção da vida da planta.
 
Cada flor, que aparece periodicamente nos galhos, é um sistema de reprodução e é formado pela reunião de folhas modificadas presas ao receptáculo floral, que possui formato de um disco achatado. Por sua vez o receptáculo floral fica no topo do pedúnculo floral, que é o "cabinho" da flor. No receptáculo há uma série de círculos concêntricos nos quais estão inseridas as peças florais. De fora para dentro, são quatro os tipos de folhas modificadas constituintes da flor: sépalas, pétalas, estames e carpelos.
As sépalas são as mais externa, geralmente de cor verde, e exercem a função de proteção do botão floral, fase em que a flor ainda não se abriu. O conjunto de sépalas é chamado  de cálice. As pétalas vêm a seguir. São brancas ou coloridas e formam a corola (nome derivado de coroa), com função de atrair os chamados agentes polinizadores, muitas vezes insetos. O alimento que esses insetos procuram é uma solução açucarada, o néctar, produzido por glândulas de modo geral existentes na base das pétalas.
Os estames ficam dispostos mais internamente no receptáculo. Cada estame possui aspecto de um palito, com uma haste, o filete, sustentando uma porção dilatada, a antera. O conjunto de estames forma o androceu, considerado o componente masculino da flor. Na antera são produzidos os grãos de pólen.
O carpelo ocupa o centro do receptáculo floral. É longo notando-se no seu ápice uma ligeira dilatação, o estigma, continuando com um curto estilete, vindo a seguir o ovário. No interior do ovário, existem os óvulos. O carpelo solitário é componente do gineceu, a parte feminina da flor.
  
 
 



sábado, 5 de julho de 2014

Atividade 2.2 Diálogo com as novas gerações





Diálogo com os alunos sobre as 10 tecnologias que se tornaram ultrapassadas



Eles já foram o que havia de mais atual no mercado da tecnologia. Quem já ouviu walkman ou usou um disquete não imaginava que essas “maravilhas modernas” ficariam ultrapassadas algum dia.
A aplicação da atividade na escola Jovem   se deu com a um momento de debate, exposição de vídeos e slide sobre as 10 tecnologias que se tornaram ultrapassadas. No inicio da aula os alunos foram instigados a conhecerem um pouco sobre algumas tecnologias como disquete, monitor, vídeos e outros com isso  observaram as mudanças que estão a cada dia acontecendo na sociedade;

 Ao decorrer   da atividade foi sugerido que os alunos respondessem em grupo,  alguns questionamentos elaborados pelo professor, onde os alunos iriam colocar  os pontos positivos e negativos que as tecnologias tem proporcionado a nova geração. 

Percebeu ao longo do trabalho que os alunos   entenderam as mudanças que estão  ocorrendo no meio social e com o vídeo analisaram o comportamentos de pessoas de gerações diferentes.
Ficamos feliz com a realização e o resultado do trabalho.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Atividade 2.3


Reflexão sobre a participação em redes

O ambiente das redes sociais as quais tenho acesso com maior frequência é, e-mail, blogs, facebook, watsApp . Estou utilizando o blog como recurso nas minhas aulas, como postagens de fotos, vídeos, trabalhos realizados pelos alunos e dicas de estudo para provas, também utilizamos o blog para postar algumas atividades do curso Redes de aprendizagem.

É interessante comentar nas postagens dos colegas com meio de enriquecer o assunto e interagir com o grupo. Fico feliz quando recebo comentários dos alunos ou colegas e na medida do possível costumo responder como forma de agradecimento.

Interagir nos fóruns é fundamental, pois amplia os conhecimentos. Como prática pedagógica é interessante criar grupos no facebook,  para trocar ideias, tirar dúvidas, dicas de leituras. Acredito que as redes sociais podem ser uma ferramenta importante na educação contribuindo como uma nova forma de aprender.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Aula Prática: Fermentação

    Experiência: Uma delícia de experiência
    Conteúdo: Reino Fungi
    Turma: 2° ano Ensino médio Inovador e regular




Materiais:
3 garrafas plásticas
3 balões
4 colheres de sopa de fermento seco

4 colheres de açúcar

4 colheres de farinha de trigo

Água morna

Fita adesiva
. funil

Procedimento:
- Numere as garrafas 1, 2, 3, despeje 100ml de água morna.

-Na garrafa 1: adicione 2 colheres de açúcar

-Na garrafa 2: adicione 2 colheres de farinha de trigo.

-Na garrafa 3: coloque 2 colheres de açúcar e 2 colheres de trigo. Depois uma colher de fermento em cada uma delas. Prenda com a fita adesiva e observe.


Após a experiência foi discutido com os alunos:

1.    O que encheu os balões de festa?                                               
2.     Por que isto ocorreu?
3.    De que forma este fenômeno ocorre na natureza?
4.    Qual sua importância?




Após os questionamentos, expliquei aos alunos que o aumento do volume da bexiga ocorre em razão do gás dióxido de carbono que é liberado da reação entre o fermento e o açúcar. Expliquei ainda que este é o mesmo gás que faz com que a massa dos pães cresça antes de ser assada.


Cultivando Bactérias




Conteúdo: Reino Monera
Turma: 2° ano Inovador e regular
Data: 10/04/2014

Células Procariontes
As células procariontes ou procarióticas, também chamadas de protocélulas, são muito diferentes das eucariontes. A sua principal característica é a ausência de carioteca individualizando o núcleo celular, pela ausência de alguns organelas e pelo pequeno tamanho que se acredita que se deve ao fato de não possuírem compartimentos membranosos originados por evaginação ou invaginação. Também possuem DNA na forma de um anel não-associado a proteínas (como acontece nas células eucarióticas, nas quais o DNA se dispõe em filamentos espiralados e associados à histonas).
Estas células são desprovidas de mitocôndrias, plastídeos, complexo de Golgi, retículo endoplasmático e sobretudo cariomembrana o que faz com que o DNA fique disperso no citoplasma.
A este grupo pertencem seres unicelulares ou coloniais:
  • Bactérias
  • Cianofitas (algas cianofíceas, algas azuis ou ainda Cyanobacteria)
1. Cultivando bactérias

Objetivo
Mostrar a existência de micróbios e como eles contaminam o meio de cultura.

Material (para o meio de cultura)
• 1 pacote de gelatina incolor

• 1 xícara de caldo de carne

• 1 copo de água

Dissolver a gelatina incolor na água, conforme instruções do pacote. Misturar ao caldo de carne

Material (para a experiência)
• Duas placas de petri (ou duas tampas de margarina ou dois potinhos rasos), com o meio de cultura cobrindo o fundo

• Cotonetes

• Filme plástico

• Etiquetas adesivas

• Caneta

Procedimento
Os alunos passam o cotonete no chão ou entre os dentes, ou ainda entre os dedos dos pés (de preferência depois de eles ficarem por um bom tempo fechados dentro dos tênis!). Há ainda outras opções, como usar um dedo sujo ou uma nota de 1 real. O cotonete é esfregado levemente sobre o meio de cultura para contaminá-lo. Tampe as placas de petri ou envolva as tampas de margarina com filme plástico. Marque nas etiquetas adesivas que tipo de contaminação foi feita. Depois de três dias, observe as alterações.

Explicação
Ao encontrar um ambiente capaz de fornecer nutrientes e condições para o desenvolvimento, os microorganismos se instalam e aparecem.

Esse ambiente pode ser alimentos mal-embalados ou guardados em local inadequado. O mesmo acontece com o nosso organismo: sem as medidas básicas de higiene, ele torna-se um excelente anfitrião para bactérias e fungo











Aula prática: Por que o pão cresce

Aula prática: Reino Fungi
Turma: 2° ano regular
Professora regente: Kátia
Professora laboratório Biologia: Jaqueline
26/05/2014

 Fungos na Indústria Alimentícia

Os fungos são utilizados em diversas áreas da industria alimentícia, por exemplo na produção de bebidas alcoólicas, onde as variações entre as bebidas alcoólicas se dão através do substrato fermentado, do tipo de levedura utilizada e com as diferentes técnicas de fabricação.
Na produção de pães, massas e bolos, de forma que o levedo Saccharomyces cerevisae se alimenta dos açucares e libera gás carbônico e gás etílico, esse gás faz com que a massa se torne leve e macia.

Segue abaixo uma receita de pão caseiro
• 2 copos e1/2 de água morna
• 20 g de fermento biológico
• 1 kg de farinha de trigo
• 1 ovo
• 1/2 copo de óleo
• 1 colher de sopa de sal
• 6 colheres de sopa de açúcar
MODO DE FAZER
1. Morne a água em uma panela e despeje nela o fermento o açúcar e 7 colheres de trigo
2. Cubra com um guardanapo e reserve por 10 minutos
3. Observe que virou uma esponja, agora acrescente o restante dos ingredientes e pouco a pouco vá colocando o trigo
4. Amasse a massa com as mãos até que fique bem macia e desgrudando das mãos
5. Coloque na panela cubra com o guardanapo e reserve por mais 10 minutos
6. Unte a assadeira com margarina, divida a massa em 3 pedaços e enrole como preferir
7. Cubra a massa e coloque no sol por alguns minutos que ela crescerá bem
8. Em seguida é só assar em fogo baixo até que fique corada